quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Dirty Dancing

Não posso fazer um post sobre trilha sonora sem mencionar o filme que ficou preso na Sessão da Tarde (coitado!).  Dirty Dancing - Ritmo quente, como ficou conhecido no Brasil, foi lançado no dia 21 de agosto de 1987,dirigido por Emile Ardolino.



No filme, Frances Houseman, mais conhecida como Baby, está passando férias com a família em um resort nos Catskills. Um dia, ajudando Bob a carregar melancias, ela descobre onde os funcionários do hotel se divertem e dançam. Lá conhece Johnny Castle, um instrutor de dança, e acaba se apaixonando por ele. Quando Penny, a parceira de dança de Johnny, fica grávida ao se envolver com um dos garçons, ela pede a Baby que dance em seu lugar. Mas o pai de Baby não aprova, pois considera Johnny um irresponsável por, supostamente, ter engravidado Penny e pedido que fizesse um aborto.



Só por aí vemos que o filme é bem clichê, daqueles que seus pais dizem que suas companhias não são boas,mas quem nunca se pegou tentando imitar os passos dos dançarinos? O filme é um dos mais amados pelos fãs dos musicais. 

A música principal do filme, foi escrita por Franke PreviteJohn DeNicola e Donald Markowitz, mas foi na voz de  Bill Medley e Jennifer Warnes que a música deslanchou. Com todo a certeza,talvez seja a música a mais amada pelos fãs do filme. Tal sucesso lhe rendeu um Oscar em 1987 na categoria de Melhor Canção Original, um Globo de Ouro,no mesmo ano, na mesma categoria, e uma indicação ao Grammy em 1988 na categoria Melhor canção escrita especialmente para o cinema televisão.


Em 2010, a banda de R&B  Black Eyed Peas lançou um remix da música com o nome de The Time (Dirty Bit). 

Trilha sonora:
(I’ve Had) The Time of My Life - Bill Medley e Jennifer Warnes
Be My Baby - The Ronettes
She's Like the Wind - Patrick Swayze Feat. Wendy Fraser
Hungry Eyes - Eric Carmen
Stay - Maurice Williams and The Zodiacs
Yes - Merry Clayton
You Don't Own Me - The Blow Monkeys
Hey Baby - Bruce Channel
Overload - Zappacosta
Love Is Strange - Mickey e Sylvia
Where Are You Tonight - Tom Johnston
In The Still of the Night - The Five Satins

Elenco: 
Patrick Swayze: Johnny Castle
Jennifer Grey: Frances Houseman ("Baby")
Jerry Orbach: Dr. Jake Houseman
Cynthia Rhodes: Penny Johnson
Jack Weston: Max Kellerman
Jane Brucker: Lisa Houseman
Kelly Bishop: Marjorie Houseman
Lonny Price: Neil Kellerman
Max Cantor: Robbie Gould
Charles "Honi" Coles: Tito Suarez
Neal Jones: Billy Kostech
Wayne Knight: Stan

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Grease - Nos Tempos da Brilhantina


Talvez você nunca tenha visto o filme,mas pode ter a certeza que o seu pai e a sua mãe já dançaram muito ao som dessa trilha sonora. Grease, ou conhecido no Brasil como  Nos Tempos da Brilhantina, é um filme de 1978, dirigido por Randal Kleiser e com a participação de John Travolta Olivia Newton-John nos papéis principais.
O filme musical de maior arrecadação de bilheteria nos Estados Unidos e um dos mais famosos musicais do cinema.
Passado na Califórnia no final da década de 50 e começo da década de 60, o filme conta a historia do casal, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), que trocam juras de amor no verão, mas se separam, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam quando Sandy por acaso se matricula na mesma escola de Danny.
O filme é um grande sucesso dos cinemas e das bailes dos anos 70 e 80. Um filme que retratava a vida cotidiana dos casais dos anos 50 e a inspiração para muitos casais da época. Um filme bem legal se você gosta de musicais e romance em dose elevada.

O filme foi indicado ao Oscar, na categoria de Melhor Canção Original ("Hopelessly Devoted to You")mas perdeu para "Last Dance" do filme  Thank God It's Friday (Até que Enfim É Sexta-Feira).
E recebeu 5 indicações ao Globo de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Comédia/Musical, Melhor Ator - Comédia/Musical (John Travolta), Melhor Atriz - Comédia/Musical (Olivia Newton-John) e Melhor Canção Original ("Grease" e "You're the One that I Want"),mas não ganhou nenhum dos prêmios. 


01. Grease - Frankie Valli
02. Summer Nights - John Travolta/Olivia Newton-John
03. Hopelessly Devoted To You - Olivia Newton-John
04. You're The One That I Want - John Travolta/Olivia Newton-John
05. Sandy - John Travolta
06. Beauty School Drop-out - Frankie Avalon
07. Look At Me, I'm Sandra Dee - Stockard Channing
08. Greased Lightnin' - John Travolta
09. It's Raining On Prom Night - Cindy Bullens
10. Alone At The Drive-In Movie - (instrumental)
11. Blue Moon - Sha-Na-Na
12. Rock N' Roll Is Here To Stay - Sha-Na-Na
13. Those Magic Changes - Sha-Na-Na
14. Hound Dog - Sha-Na-Na
15. Born To Hand-Jive - Sha-Na-Na
16. Tears On My Pillow - Sha-Na-Na
17. Mooning - Louis St. Louis/Cindy Bullens
18. Freddy, My Love - Cindy Bullens
19. Rock N' Roll Party Queen - Louis St. Louis
20. There Are Worse Things I Could Do - Stockard Channing
21. Look At Me, I'm Sandra Dee (reprise) - Olivia Newton-John
22. We Go Together - John Travolta/Olivia Newton-John/Cast
23. Love Is A Many Splendored Thing - (instrumental)
24. Grease (Reprise) - Frankie Valli


Direção: Randal Kleiser
Elenco:
John Travolta - Danny Zuko
Olivia Newton-John - Sandy Olsson
Stockard Channing - "Betty" Rizzo
Jeff Conaway - Kenickie
Barry Pearl - Doody
Michael Tucci - Sonny
Kelly Ward - Putzie
Didi Conn - Frenchy
Jamie Donnelly - Jan
Dinah Manoff - Marty Maraschino
Eve Arden - Diretora McGee
Edd Byrnes - Vince Fontaine


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O Mágico de OZ

É impossível falar de trilha sonora sem mencionar uma das mais famosas do cinema. O Mágico de Oz (The Wonderful Wizard of Oz) foi lançado em 1900 e é baseado no livros de  L. Frank Baum, no qual a garota Dorothy é capturada por um tornado no Kansas e levada a uma terra fantástica e mágica onde há bruxas, leões covardes, espantalhos falantes e de muito mais. 

Em janeiro de 1938, a MGM comprou os direitos para a  adaptação do livro. O roteiro estava pronto em 8 de outubro de 1938 e as filmagens começaram no dia 13 de outubro de 1938 e foram concluídas em 16 de março de 1939. O filme teve sua pré-estréia no dia 12 de agosto de 1939, e em 25 de agosto daquele mesmo ano o filme foi lançado definitivamente. 


Um dos melhores filmes do mundo foi prestigiado em 1940 com 2 Oscar: Melhor Canção Original e Melhor Trilha sonora,pela musica composta por Harold Arlan: Somewhere Over The Rainbow, música cantada por Dorothy nos primeiros minutos do filme e a mais conhecida. 

Trilha sonora:
 1. Over the Rainbow
 2. Munchkinland Medley
 3. Follow the Yellow Brick Road
 4. You're Off to See the Wizard
 5. If I Only Had a Brain
 6. We're Off to See the Wizard
 7. If I Only Had a Heart
 8. If I Only Had Nerve
 9. Optimistic Voices
 10. The Merry Old Land of Oz 
 11. If I Were King of the Forest


Direção: Victor Fleming
Elenco:
Judy Garland: Dorothy GaleFrank Morgan : Professor Marvel / O Condutor da Carruagem / O Porteiro / O Mágico de Oz
Ray Bolger:  Hunk / O Espantalho
Bert Lahr : Zeke / Leão Covarde
Jack Haley: Hickory / O Homem de Lata
Billie Burke: Glinda
Margaret Hamilton: Elmira Gulch / Bruxa Malvada do Oeste / Bruxa Malvada do Leste
Charley Grapewin: Tio Henry
Clara Blandick: Tia Em
Charles Becker: Prefeito Munchkin)
Billy Curtis: Munchkin
Abe Dinovitch: Árvore 1 e 2
Meinhardt Raabe: Coronel Munchkin
Tia Em: Clara Blandick
Toto :Toto
Nikko: Pat Walshe

Pictures

IMAGENS DO TEMA DA SEMANA:

Obras de Tolkien



O Hobbit – A Desolação de Smaug




Nessa última sexta-feira, 13 de novembro, estreou nos cinemas brasileiros O Hobbit – A Desolação de Smaug e nós fomos conferir esse lançamento tão aguardado!

Confira abaixo a opinião de cada autora:

Letícia Monteiro:

“Todas as minhas expectativas foram atendidas com esse filme. Apesar de muitas das cenas e muitos personagens não fazerem parte da trama,devo dizer que Sr.Jackson foi perfeito em sua escolha. Novamente podemos ver os nossos anões preferidos em novas aventuras e novas demonstrações de que tamanho não é documento.Ao mesmo tempo em que ocorre toda a ação,podemos dar boas risadas e nos sentir em um jogo de vídeo games. Caso a sua sessão seja em 3D,saiba que o seu dinheiro será bem gasto.Cada minuto o filme se torna melhor e os efeitos 3Ds são perfeitos.E claro que não posso esquecer que os efeitos especiais são maravilhosos e sem questionamento de perfeição. Mas os pontos altos, posso dizer que são, o retorno de Orlando Bloom como o elfo preferido do mundo,Legolas, e a aparição do tão temido dragão, Smaug.A cenografia também está perfeita. A forma como são criadas a terra dos anões e o esconderijo de Sauron, são a mais perfeita forma de dizer que apesar de todos esses anos, só melhora. Eu admito que fiquei deprimida quando saí da sala do cinema e me lembrei que o fim está próximo. E que no próximo Peter Jackson nos fara rir e chorar ao mesmo tempo.Efeitos que só J.R.R. Tolkien e um dos melhores diretores do mundo podem proporcionar."



Layla DC:
“O Hobbit, A desolação de Smaug” é simplesmente um dos melhores filmes lançados esse ano. A trama foi desenvolvida de tal forma que você não consegue tirar os olhos da tela, os efeitos especiais estão simplesmente incríveis! Os acréscimos ao enredo original só enriqueceram o filme, tornado a trama mais ‘entendível’ para aqueles que não leram o livro, adicionando uma nova perspectiva para aqueles que leram e enchendo de referências à Senhor dos Anéis em diversas cenas. Uma das minhas favoritas – e de menor importância – é quando Legolas está revistando Glóin na floresta e encontra uma foto da mulher de Glóin e seu filho, que é Gimli integrante da Sociedade do Anel em O Senhor dos Anéis e que, no filme, tem uma divertidíssima rivalidade com Legolas. Essa e muitas outras referências aparecem no novo filme para aqueles que prestarem atenção aos detalhes.
Uma das minhas únicas críticas é em relação a algumas partes do filme (como a fuga nos barris do castelo do rei élfico) que ficaram muito computadorizadas. No mais, as cenas de ação são perfeitas e de tirar o fôlego!


Byeh Yah (Gabi):


“O segundo filme da trilogia O Hobbit realmente surpreendeu. Percebe-se que as cenas de ação foram feitas com muito cuidado e se assemelham muito a jogos de vídeo game, principalmente a cena em que os anões estão fugindo da cidade dos elfos. Essa, em minha opinião, foi a melhor cena do filme e a parte em que Legolas se equilibra sobre os anões para atacar os orcs, e os anões jogando a arma de um para o outro, tudo isso foi muito bem pensado. O filme por completo foi perfeito os efeitos 3D não deixaram a desejar, o dragão ficou demais, depois de tanto suspense para saber como seria o grande Smaug. Realmente uma das melhores produções do ano e uma excelente parceria entre Del Toro e o Sr. Jackson.”



            Leia abaixo a sinopse do filme e sua fixa técnica:


Sinopse:

Após iniciar sua jornada ao lado de um grupo de anões e de Gandalf (Ian McKellen), Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) segue em direção à Montanha Solitária, onde deverá ajudar seus companheiros de missão a retomar a Pedra de Arken, que fará com que Thorin  (Richard Armitage) obtenha o respeito de todos os anões e o apoio na luta para retomar seu reino. O problema é que o artefato está perdida em meio a um tesouro protegido pelo temido dragãoSmaug (voz de Benedict Cumberbatch). Ao mesmo tempo, Gandalf investiga uma nova força sombria que surge na Terra Média. (fonte: adoro cinema)

Fixa Técnica:
Elenco:
Martin Freeman, Ian McKellen, Bill Nighy, James Nesbitt, Adam Brown, Richard Armitage, Aidan Turner, Rob Kazinsky, Graham McTavish, Elijah Wood, Andy Serkis , Christopher Lee, Ian Holm, Orlando Bloom, John Callen, Stephen Hunter, Peter Hambleton, Cate Blanchett, Hugo Weaving, Andy Serkis, Doug Jones, Saoirse Ronan, Billy Connolly.
Direção: Peter Jackson.
Gênero: Aventura, Fantasia.
Duração: 161 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Orçamento: US$ 250 Milhões.
Estreia: 13 de Dezembro de 2013




domingo, 15 de dezembro de 2013

O Hobbit


O livro O Hobbit foi publicado pela primeira vez em 1937 e é considerado infanto-juvenil de fantasia.
Para aqueles que já estão acostumados com o estilo de J. R. R. Tolkien, ao ler O Hobbit, acha-o muito mais ‘fácil’, com uma leitura mais fluída e rápida. Reza a lenda que O Hobbit foi escrito por Tolkien como um presente para os seus filhos mais novos, por isso a leitura mais ‘tranquila’. As cenas de ação ocorrem com mais frequência, as histórias se desenvolvem mais rapidamente, as tão famosas ‘descrições’ feitas por Tolkien ainda estão lá, mas são menores e mais objetivas. No geral, a narrativa é envolvente e muito rica, especialmente quando comparamos com os Best Sellers que andam saindo hoje em dia.

Livro X Filme

É claro que, como toda adaptação, O Hobbit – uma jornada inesperada e O Hobbit – A Desolação de Smaug, os dois primeiros filmes já lançados da trilogia, não seguem ao pé da letra o livro.
Primeiramente, ao contrário do que geralmente ocorre com as adaptações, como Harry Potter, Jogos Vorazes e o próprio Senhor dos Anéis, em O Hobbit os produtores e diretores tinham muito mais tempo para trabalhar a história, afinal são três filmes para narrar os acontecimentos de um único livro. Por isso nós nos deparamos com vários acréscimos a história. No primeiro filme, O Hobbit – uma jornada inesperada, temos a presença de Radagast, o mago marrom, cuja presença parece tão natural no filme, na verdade não aparece no livro. No segundo, temos a presença de Legolas, e muitos fãs (incluindo eu) ficaram ansiosos para reverem o herói, mas, na verdade, ele não é um dos personagens desse livro.
Como o livro é narrado em primeira pessoa, todos os acontecimentos são relatados a partir da perspectiva de Bilbo, por tanto, enquanto que no filme é mostrado, com muitos detalhes, as aventuras de Gandalf para descobrir sobre o novo mal que tem assolado a terra média, no livro tais partes não existem, Gandalf apenas anuncia que terá que partir e deixar seus companheiros anões, mas não fica claro o que ele estará fazendo nesse período de ausência.
No geral, acredito que a grande maioria dos acréscimos foram favoráveis e permitem que os espectadores entendam melhor a história e, para os fãs de carteirinha, existem várias referencias aos futuros acontecimentos em O Senhor dos Anéis.



Mas voltando ao livro...
Uma das marcas de Tolkien são suas canções e, enquanto que no filme os diretores deram destaque a uma única (Misty Mountains), no livro a várias. Os anões estão sempre cantando em sua jornada, os elfos, que são retratados de maneira completamente diferente nos livros, cantam e dançam, até Bilbo canta às vezes.





Confira abaixo a sinopse do livro (extraída do meu próprio livro) e sua fixa técnica: (fonte – wikipdia)

Sinopse:


Bilbo Bolseiro é um Hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão?


Autor (es)
J. R. R. Tolkien
Idioma
inglês
País
 Reino Unido
Género
Fantasia
Literatura infantojuvenil
Espaço onde decorre a história
Terra Média
Lançamento
21 de setembro de 1937






“Numa toca no chão vivia um hobbit. Não uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro de lodo, tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que sentar ou o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto.
A toca tinha uma porta perfeitamente redonda como uma escotilha, pintada de verde, com uma maçaneta brilhante de latão amarelo exatamente no centro. A porta se abria para um corredor em forma de tubo, como um túnel: um túnel muito confortável, sem fumaça, com paredes revestidas e com o chão ladrilhado e atapetado, com cadeiras de madeira polida e montes e montes de cabides para chapéus e casacos — o hobbit gostava de visitas. O túnel descrevia um caminho cheio de curvas, afundando bastante, mas não em linha reta, no flanco da colina. — A Colina, como todas as pessoas num raio de muitas milhas a chamavam —, e muitas portinhas redondas se abriam ao longo dela, de um lado e do outro. Nada de escadas para o hobbit: quartos, banheiros, adegas, despensas (muitas delas), guarda-roupas (ele tinha salas inteiras destinadas a roupas), cozinhas, salas de jantar, tudo ficava no mesmo andar, e, na verdade, no mesmo corredor. Os melhores cômodos ficavam todos do lado esquerdo (de quem entra), pois eram os únicos que tinham janelas, janelas redondas e fundas, que davam para o jardim e para as campinas além, que desciam até o rio.” ( Tolkien, J. R. R., O Hobbit, 1937)




Para quem quiser continuar a leitura o livro esta disponível para leitura online e download no link abaixo:

http://static.tumblr.com/cehnl2g/5u7mu7rgs/j.r.r.-tolkien-o-hobbit.pdf


Recordando: "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis"




“Nessa semana de estréia de O Hobbit: A Desolação de Smaug vamos relembrar um pouco do primeiro filme da trilogia, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Nesse filme Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) tem sua casa literalmente tomada por anões que, liderados por Thorin (Richard Armitage) e junto de Gandalf (Ian McKellen), querem levá-lo em uma jornada em direção ao Reino de Erebor. A princípio Bilbo se nega a ir, mas no dia seguinte aceita a proposta e assina um contrato com Thorin.




O primeiro filme é um pouco mais parado em relação ao segundo, mas tem seus momentos de tensão, como quando os viajantes encontram uma fazenda de trolls e acabam sendo capturados, porém conseguem escapar com a esperteza de Bilbo e a ajuda Gandalf. Depois disso eles ainda têm que enfrentar outro problema após deixar Valfenda, pois são emboscados por gigantes de pedra. Bilbo consegue fugir, mas cai em um lugar desconhecido onde encontra um anel, que é muito precioso para uma criatura que nós conhecemos bem de O Senhor dos Anéis, o Gollum (Andy Serkis). O Gollum faz um jogo de

charadas com Bilbo, que por fim consegue escapar e continuar sua jornada, até que conseguem avistar seu destino, a Montanha Solitária. Além disso, existe um mistério sobre o Necromante, aquele que viria a se tornar o grande inimigo em O Senhor dos Anéis.

Essa história é na verdade cronologicamente anterior ao Senhor dos Anéis, trilogia que retrata as aventuras de Frodo Bolseiro (Elijah Wood), sobrinho de Bilbo, que fica responsável por destruir o anel que seu tio roubou do Gollum e, com isso, também destruir Sauron.                                                                  


 

Para ajudar Frodo é criada a Sociedade do Anel, entretanto ela se desfaz e o hobbit tem que seguir sua viagem para a Montanha da Perdição acompanhado de seu amigo Samwise Gamgee (Sean Astin). Enquanto Frodo segue seu caminho, Aragorn (Viggo Mortensen) e Gandalf buscam ajuda para lutar ao lado deles contra Sauron e reaver o lugar de Aragorn como rei de Gordon.