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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pictures

IMAGENS DO TEMA DA SEMANA:

Obras de Tolkien



O Hobbit – A Desolação de Smaug




Nessa última sexta-feira, 13 de novembro, estreou nos cinemas brasileiros O Hobbit – A Desolação de Smaug e nós fomos conferir esse lançamento tão aguardado!

Confira abaixo a opinião de cada autora:

Letícia Monteiro:

“Todas as minhas expectativas foram atendidas com esse filme. Apesar de muitas das cenas e muitos personagens não fazerem parte da trama,devo dizer que Sr.Jackson foi perfeito em sua escolha. Novamente podemos ver os nossos anões preferidos em novas aventuras e novas demonstrações de que tamanho não é documento.Ao mesmo tempo em que ocorre toda a ação,podemos dar boas risadas e nos sentir em um jogo de vídeo games. Caso a sua sessão seja em 3D,saiba que o seu dinheiro será bem gasto.Cada minuto o filme se torna melhor e os efeitos 3Ds são perfeitos.E claro que não posso esquecer que os efeitos especiais são maravilhosos e sem questionamento de perfeição. Mas os pontos altos, posso dizer que são, o retorno de Orlando Bloom como o elfo preferido do mundo,Legolas, e a aparição do tão temido dragão, Smaug.A cenografia também está perfeita. A forma como são criadas a terra dos anões e o esconderijo de Sauron, são a mais perfeita forma de dizer que apesar de todos esses anos, só melhora. Eu admito que fiquei deprimida quando saí da sala do cinema e me lembrei que o fim está próximo. E que no próximo Peter Jackson nos fara rir e chorar ao mesmo tempo.Efeitos que só J.R.R. Tolkien e um dos melhores diretores do mundo podem proporcionar."



Layla DC:
“O Hobbit, A desolação de Smaug” é simplesmente um dos melhores filmes lançados esse ano. A trama foi desenvolvida de tal forma que você não consegue tirar os olhos da tela, os efeitos especiais estão simplesmente incríveis! Os acréscimos ao enredo original só enriqueceram o filme, tornado a trama mais ‘entendível’ para aqueles que não leram o livro, adicionando uma nova perspectiva para aqueles que leram e enchendo de referências à Senhor dos Anéis em diversas cenas. Uma das minhas favoritas – e de menor importância – é quando Legolas está revistando Glóin na floresta e encontra uma foto da mulher de Glóin e seu filho, que é Gimli integrante da Sociedade do Anel em O Senhor dos Anéis e que, no filme, tem uma divertidíssima rivalidade com Legolas. Essa e muitas outras referências aparecem no novo filme para aqueles que prestarem atenção aos detalhes.
Uma das minhas únicas críticas é em relação a algumas partes do filme (como a fuga nos barris do castelo do rei élfico) que ficaram muito computadorizadas. No mais, as cenas de ação são perfeitas e de tirar o fôlego!


Byeh Yah (Gabi):


“O segundo filme da trilogia O Hobbit realmente surpreendeu. Percebe-se que as cenas de ação foram feitas com muito cuidado e se assemelham muito a jogos de vídeo game, principalmente a cena em que os anões estão fugindo da cidade dos elfos. Essa, em minha opinião, foi a melhor cena do filme e a parte em que Legolas se equilibra sobre os anões para atacar os orcs, e os anões jogando a arma de um para o outro, tudo isso foi muito bem pensado. O filme por completo foi perfeito os efeitos 3D não deixaram a desejar, o dragão ficou demais, depois de tanto suspense para saber como seria o grande Smaug. Realmente uma das melhores produções do ano e uma excelente parceria entre Del Toro e o Sr. Jackson.”



            Leia abaixo a sinopse do filme e sua fixa técnica:


Sinopse:

Após iniciar sua jornada ao lado de um grupo de anões e de Gandalf (Ian McKellen), Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) segue em direção à Montanha Solitária, onde deverá ajudar seus companheiros de missão a retomar a Pedra de Arken, que fará com que Thorin  (Richard Armitage) obtenha o respeito de todos os anões e o apoio na luta para retomar seu reino. O problema é que o artefato está perdida em meio a um tesouro protegido pelo temido dragãoSmaug (voz de Benedict Cumberbatch). Ao mesmo tempo, Gandalf investiga uma nova força sombria que surge na Terra Média. (fonte: adoro cinema)

Fixa Técnica:
Elenco:
Martin Freeman, Ian McKellen, Bill Nighy, James Nesbitt, Adam Brown, Richard Armitage, Aidan Turner, Rob Kazinsky, Graham McTavish, Elijah Wood, Andy Serkis , Christopher Lee, Ian Holm, Orlando Bloom, John Callen, Stephen Hunter, Peter Hambleton, Cate Blanchett, Hugo Weaving, Andy Serkis, Doug Jones, Saoirse Ronan, Billy Connolly.
Direção: Peter Jackson.
Gênero: Aventura, Fantasia.
Duração: 161 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Orçamento: US$ 250 Milhões.
Estreia: 13 de Dezembro de 2013




domingo, 15 de dezembro de 2013

O Hobbit


O livro O Hobbit foi publicado pela primeira vez em 1937 e é considerado infanto-juvenil de fantasia.
Para aqueles que já estão acostumados com o estilo de J. R. R. Tolkien, ao ler O Hobbit, acha-o muito mais ‘fácil’, com uma leitura mais fluída e rápida. Reza a lenda que O Hobbit foi escrito por Tolkien como um presente para os seus filhos mais novos, por isso a leitura mais ‘tranquila’. As cenas de ação ocorrem com mais frequência, as histórias se desenvolvem mais rapidamente, as tão famosas ‘descrições’ feitas por Tolkien ainda estão lá, mas são menores e mais objetivas. No geral, a narrativa é envolvente e muito rica, especialmente quando comparamos com os Best Sellers que andam saindo hoje em dia.

Livro X Filme

É claro que, como toda adaptação, O Hobbit – uma jornada inesperada e O Hobbit – A Desolação de Smaug, os dois primeiros filmes já lançados da trilogia, não seguem ao pé da letra o livro.
Primeiramente, ao contrário do que geralmente ocorre com as adaptações, como Harry Potter, Jogos Vorazes e o próprio Senhor dos Anéis, em O Hobbit os produtores e diretores tinham muito mais tempo para trabalhar a história, afinal são três filmes para narrar os acontecimentos de um único livro. Por isso nós nos deparamos com vários acréscimos a história. No primeiro filme, O Hobbit – uma jornada inesperada, temos a presença de Radagast, o mago marrom, cuja presença parece tão natural no filme, na verdade não aparece no livro. No segundo, temos a presença de Legolas, e muitos fãs (incluindo eu) ficaram ansiosos para reverem o herói, mas, na verdade, ele não é um dos personagens desse livro.
Como o livro é narrado em primeira pessoa, todos os acontecimentos são relatados a partir da perspectiva de Bilbo, por tanto, enquanto que no filme é mostrado, com muitos detalhes, as aventuras de Gandalf para descobrir sobre o novo mal que tem assolado a terra média, no livro tais partes não existem, Gandalf apenas anuncia que terá que partir e deixar seus companheiros anões, mas não fica claro o que ele estará fazendo nesse período de ausência.
No geral, acredito que a grande maioria dos acréscimos foram favoráveis e permitem que os espectadores entendam melhor a história e, para os fãs de carteirinha, existem várias referencias aos futuros acontecimentos em O Senhor dos Anéis.



Mas voltando ao livro...
Uma das marcas de Tolkien são suas canções e, enquanto que no filme os diretores deram destaque a uma única (Misty Mountains), no livro a várias. Os anões estão sempre cantando em sua jornada, os elfos, que são retratados de maneira completamente diferente nos livros, cantam e dançam, até Bilbo canta às vezes.





Confira abaixo a sinopse do livro (extraída do meu próprio livro) e sua fixa técnica: (fonte – wikipdia)

Sinopse:


Bilbo Bolseiro é um Hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão?


Autor (es)
J. R. R. Tolkien
Idioma
inglês
País
 Reino Unido
Género
Fantasia
Literatura infantojuvenil
Espaço onde decorre a história
Terra Média
Lançamento
21 de setembro de 1937






“Numa toca no chão vivia um hobbit. Não uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro de lodo, tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que sentar ou o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto.
A toca tinha uma porta perfeitamente redonda como uma escotilha, pintada de verde, com uma maçaneta brilhante de latão amarelo exatamente no centro. A porta se abria para um corredor em forma de tubo, como um túnel: um túnel muito confortável, sem fumaça, com paredes revestidas e com o chão ladrilhado e atapetado, com cadeiras de madeira polida e montes e montes de cabides para chapéus e casacos — o hobbit gostava de visitas. O túnel descrevia um caminho cheio de curvas, afundando bastante, mas não em linha reta, no flanco da colina. — A Colina, como todas as pessoas num raio de muitas milhas a chamavam —, e muitas portinhas redondas se abriam ao longo dela, de um lado e do outro. Nada de escadas para o hobbit: quartos, banheiros, adegas, despensas (muitas delas), guarda-roupas (ele tinha salas inteiras destinadas a roupas), cozinhas, salas de jantar, tudo ficava no mesmo andar, e, na verdade, no mesmo corredor. Os melhores cômodos ficavam todos do lado esquerdo (de quem entra), pois eram os únicos que tinham janelas, janelas redondas e fundas, que davam para o jardim e para as campinas além, que desciam até o rio.” ( Tolkien, J. R. R., O Hobbit, 1937)




Para quem quiser continuar a leitura o livro esta disponível para leitura online e download no link abaixo:

http://static.tumblr.com/cehnl2g/5u7mu7rgs/j.r.r.-tolkien-o-hobbit.pdf


Recordando: "O Hobbit" e "O Senhor dos Anéis"




“Nessa semana de estréia de O Hobbit: A Desolação de Smaug vamos relembrar um pouco do primeiro filme da trilogia, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Nesse filme Bilbo Bolseiro (Martin Freeman) tem sua casa literalmente tomada por anões que, liderados por Thorin (Richard Armitage) e junto de Gandalf (Ian McKellen), querem levá-lo em uma jornada em direção ao Reino de Erebor. A princípio Bilbo se nega a ir, mas no dia seguinte aceita a proposta e assina um contrato com Thorin.




O primeiro filme é um pouco mais parado em relação ao segundo, mas tem seus momentos de tensão, como quando os viajantes encontram uma fazenda de trolls e acabam sendo capturados, porém conseguem escapar com a esperteza de Bilbo e a ajuda Gandalf. Depois disso eles ainda têm que enfrentar outro problema após deixar Valfenda, pois são emboscados por gigantes de pedra. Bilbo consegue fugir, mas cai em um lugar desconhecido onde encontra um anel, que é muito precioso para uma criatura que nós conhecemos bem de O Senhor dos Anéis, o Gollum (Andy Serkis). O Gollum faz um jogo de

charadas com Bilbo, que por fim consegue escapar e continuar sua jornada, até que conseguem avistar seu destino, a Montanha Solitária. Além disso, existe um mistério sobre o Necromante, aquele que viria a se tornar o grande inimigo em O Senhor dos Anéis.

Essa história é na verdade cronologicamente anterior ao Senhor dos Anéis, trilogia que retrata as aventuras de Frodo Bolseiro (Elijah Wood), sobrinho de Bilbo, que fica responsável por destruir o anel que seu tio roubou do Gollum e, com isso, também destruir Sauron.                                                                  


 

Para ajudar Frodo é criada a Sociedade do Anel, entretanto ela se desfaz e o hobbit tem que seguir sua viagem para a Montanha da Perdição acompanhado de seu amigo Samwise Gamgee (Sean Astin). Enquanto Frodo segue seu caminho, Aragorn (Viggo Mortensen) e Gandalf buscam ajuda para lutar ao lado deles contra Sauron e reaver o lugar de Aragorn como rei de Gordon.  



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Tolkien e outras magias

J.R.R. Tolkien é sem dúvida um gênio da magia. Tolkien sempre se envolveu em mundo imaginários e criou obras maravilhosas.
Além de O Hobbit e da trilogia O Senhor dos Anéis, seus livros mais conhecido, muitos outros foram publicados após a morte do autor em  2 de setembro de 1973, pelo seu filho Christopher Tolkien.
Apesar da semana ser toda dedicada a O Hobbit não podemos deixar do legado deixado por Tolkien.Que por sinal é bem longo. 

Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média 

SINOPSE: 

Contos Inacabados é um conjunto de narrativas que se estendem desde o tempo de O Silmarillion - os Dias Antigos da Terra-média - até o fim da Guerra do Anel em O Senhor dos Anéis. Seus numerosos tesouros incluem o vivaz relato de Gandalf sobre como chegou a enviar os anões à celebrada festa em Bolsão, o surgimento do deus marinho Ulmo diante dos olhos de Tuor na costa de Beleriand, e uma descrição da organização militar dos Cavaleiros de Rohan.


Ou apenas Contos Inacabados, é um livro póstumo publicado pelo seu filho Christopher em 1980 no Reino Unido. Este livro na verdade é uma coletânea de histórias  em forma de notas esboçadas deixada pelo autor.Christopher teve de fazer certas alterações no texto para dar consistência a história, Contos Inacabados é apresentado exatamente como foi deixado por Tolkien antes de morrer. Por causa disso, o livro vem acompanhado de inúmeras notas que explicam certos pontos obscuros e/ou inconsistente dos textos.O livro é dividido em quatro partes que então são divididas em capítulos. A primeira parte narra fatos ocorridos na Primeira Era. A segunda parte narra fatos da Segunda Era, esta parte contém em seu início o mapa de Númenor. A terceira parte conta os fatos ocorridos na Terceira Era e narra resumidamente os fatos ocorridos na trilogia de livros O Senhor dos Anéis. A quarta parte narra os fatos ocorridos após a Guerra do Anel e contém mapas da terra média. O livro é basicamente anotações e informações extras sobre as obras de Tolkien. Ou ainda mesmo histórias paralelas ao livros O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O  Silmarillion, mas que de alguma forma se encaixam nas histórias e o transforma em um tipo de guia para os outros livros. 

O Silmarillion

SINOPSE:

'O Silmarillion' relata acontecimentos de uma época muito anterior ao final da Terceira Era, quando ocorreram os eventos narrados em 'O Senhor dos Anéis'. São lendas derivadas de um passado remoto, ligadas às Silmarils, três gemas perfeitas criadas por Fëanor, o mais talentoso dos elfos.



Livro póstumo também publicado por Christopher, em 1977, é uma das obras mais importantes publicadas do autor.  Este livro, assim como Contos Inacabados, é uma soma das criações de Tolkien.
Neste livro, o fascinante universo do autor continua por toda parte. O livro é escrito após as aventuras em O Hobbit, entretanto, uma briga entre Tolkien e o editor, o material foi rejeitado e o autor passa a se dedicar a outra obras.
O Silmarillion compreende cinco partes.Essas cinco partes eram, inicialmente, trabalhos separados, mas por Tolkien expressar um desejo, já idoso, eles foram publicados juntos. A primeira parte, "Ainulindalë (A Música dos Ainur)", conta da criação de Eä, o "mundo que é". "Valaquenta (O Relato dos Valar)", a segunda parte, dá a descrição dos Valar e Maiar, os poderes sobrenaturais de Eä. A próxima seção, Quenta Silmarillion (A História das Silmarils), que forma a maior parte do livro, narra a história dos eventos antes e durante a Primeira Era, incluindo as guerras sobre as Silmarils A quarta parte conta a história da Queda de Númenor e seu povo, que tem seu lugar na Segunda Era. A parte final, "Dos Anéis de Poder e a Terceira Era", é um breve relato das circunstâncias que levaram aos eventos narrados em O Senhor dos Anéis.
Devido à morte de J. R. R. antes de terminar de revisar as várias lendas que criou, Christopher, juntou o antigo material escrito por seu pai para preencher o livro. Em alguns casos, isso significa que ele teve de criar material completamente novo para preencher as lacunas e incoerências na narrativa. 

Os Filhos de Húrin
SINOPSE: 
Num tempo muito remoto, muito, muito antes dos tempos de “O Senhor dos Anéis”, um grande país estendia-se para além dos Portos Cinzentos a Ocidente: terras por onde outrora caminhou Barba de Árvore mas que foram inundadas no grande cataclismo com que findou a Primeira Era do Mundo.
Nesse tempo remoto, Morgoth habitava a vasta fortaleza de Angband, o Inferno de Ferro, no Norte; e a tragédia de Túrin e a sua irmã Niënor desenrola-se sob a sombra do medo de Angband e a guerra forjada por Morgoth contra as terras e cidades secretas dos Elfos.

Depois da trilogia O Senhor dos Anéis é o mais adorado pelos fãs. O livro é absolutamente trágico e o mais obscuro. Nesse livro, o doce e o amargo dos acontecimentos, andam sempre com a ideia dos sentimentos de perda e mágoa. 
Outro livros póstumo de Tolkien, foi publicado em 2007 nos Estados Unidos, e em 2009 no Brasil. É uma história sobre maldição e a impossibilidade de escapar a uma condenação ditada por Morgoth, o Sinistro Inimigo do Mundo, e sobre a incapacidade de um homem de assumir as rédeas do seu próprio destino e desafiar as forças que aprisionam e limitam a sua vida. Mesmo sendo um livro póstumo ainda é capaz de sentirmos a presença de Tolkien em cada linha e em cada parágrafo.  
Na história Húrin, um dos maiores guerreiros humanos de antigas eras, é aprisionado por Morgoth e amaldiçoado por se recusar a trair os elfos. Acorrentado de forma mágica a uma cadeira num alto pico, é forçado cruelmente a assistir a todos os males que caem  sobre a sua própria família. O seu filho, Túrin, faz jus à memória do pai, mas ao longo das suas inúmeras batalhas, tragédias marcam todas as suas ações e todos os que o amam. A história tem o fim trágico.



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

O Hobbit: A Desolação de Smug

Confira o novo trailer legendado de O Hobbit: A Desolação de Smug

O segundo filme da trilogia de O Hobbit está previsto para estrear nos cinemas brasileiros no dia 13 de Dezembro, e nós podemos esperar por mais uma grande produção, com muitos efeitos especiais, figurinos de cair o queixo e uma trilha sonora de arrepiar.
                Uma das novidades desse novo filme, que não está no livro (para aqueles que leram), é o retorno de nosso elfo Legolas, personagem de O Senhor dos Anéis. Pelo que podemos ver nos trailers sua participação não será curta e, além disso, parece que irão desenvolver uma história romântica entre ele e outra elfo.
                Além disso, há muitas outras diferenças no roteiro do filme quando comparado com o livro. A própria relação dos duendes com os elfos não é representada dessa forma nos livros de Tolkien, mas para aqueles que não são radicais ou puristas, essas modificações podem ser vistas como uma forma de enriquecer a história e transporta-la para o grande público de maneira mais suave.

                Assista ao trailer abaixo: